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Sumus tem Soluções para otimizar custos da telefonia

A era dos centros de custos na telecomunicações acabou nas corporações mais atentas: a simples conferência de gastos de ligações por ramais está sendo substituída por um detalhamento que inclui as despesas de cada colaborador com uso de smartphones, serviços de home-office, etc. Por trás da mudança está o conceito TEM – Telecom Expenses Management, criado pelo Gartner Group.

A Sumus, que adota o TEM, atende 300 das 500 maiores corporações brasileiras e viu a sai área de serviços crescer 85% em 2007, com cerca de 32% no incremento no seu faturamento ano passado. “Nossa oferta de serviço foi muito bem-sucedida e também tivemos um aumento de 50% no número de clientes”, informa Guilherme Lousada, gerente de projetos e de marketing da empresa.

O crescimento mostra que as grandes e médias corporações estão delegando cada vez mais o controle de suas despesas de telecomunicações a empresas especializadas. Criada em 1986, a Sumus percebeu que a privatização do setor de telecomunicações abriria um campo promissor a quem se dedicasse ao trabalho de esmiuçar e otimizar os custos de telefonia e tecnologia da informação nas corporações.

Apesar de atuar em um mercado onde vários players navegam, a Sumus reforça sua diferenciação, “Não estamos no mesmo segmento das empresas que avaliam os gastos de uma corporação e dizem que vão reduzir X% dos custos, explica. “Essa redução nada mais é do que encontrar erros. Nosso trabalho está baseado em avaliações mais complexas”, explica.

Ele argumenta que há duas frentes iniciais de atividade. A primeira concentra no mapeamento do perfil de utilização das telecomunicações – o que inclui sistemas de voz, dados e imagens. O mapeamento permite conhecer o perfil de uso da empresa desde informações mais simples como horários de pico até o dimensionamento correto de recursos que estão ociosos. Essa varredura valida também se os dados da companhia estão corretos e atualizados. “Parece mentira, mas existem corporações que ainda estão pagando por telefonemas que não usam”.

A outra frente de trabalho está focada na gestão de contratos de telecomunicações e tecnologia da informação. Isso inclui a centralização de todos os gastos, custos de impressão de documentos e investimentos em licenças de sistemas de ERP. Os dados do controle são disponibilizados via web para os gestores das empresas (não só os de TI), facilitando a observação de como andam os custos de outsourcing ou se é vantajoso ou não manter um profissional para atender um cliente.

Os serviços de auditoria da Sumus incluem o entendimento de todos os processos e fluxos de pagamento de serviços de telecomunicações e TI, além de avaliação de inconsistências.

“O segredo de nosso trabalho é juntar as duas pontas, ou seja, o mundo do que está sendo tarifado dentro da corporação e os serviços contratados”, explica o executivo.

Por atender vários clientes em diversas verticais, Lousada acredita que a empresa ganhou uma musculatura inovadora e um quadro qualificado em cada segmento em termos de TEM.

O crescimento de 2007 também levou a Sumus a mexer internamente na sua estrutura. A empresa investiu 40% a mais em desenvolvimento de novas ferramentas, em relação ao ano anterior, e reforçou a parceria com a IBM para otimizar seus processos. A automação, aliás, permitiu que o crescimento fosse absorvido sem a necessidade de grande expansão de mão-de-obra.

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