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A nova ordem dos celulares

Diário do Comércio – RJ

A popularização da tecnologia 3G, e o uso dos smartphones por executivos ajudaram a acelerar tomadas de decisões nas empresas e criaram mais um desafio para as companhias: definir novas regras de uso seja para evitar abusos no gasto dos planos ou para estabelecer limites entre vida profissional e pessoal. Para especialistas, não basta apenas entregar os aparelhos aos executivos, é preciso determinar quem realmente precisa usá-lo, que tipo de aparelho e plano são os mais adequados monitorar o uso constantemente cuidando da segurança das informações em circulação.

De acordo com o estudo da 3G Americas – Associação que reúne provedores de serviços e fabricantes de telecomunicações da América Latina – até o fim desde ano, o Brasil terá 29 milhões de usuários de banda larga, sendo 15 milhões de 3G e 14 milhões das redes fixas. Dentro de cinco anos, um em cada quatro assinantes de telefonia móvel terá um smartphone, ainda da segunda pesquisa.

Para Guilherme Lousada, gerente de Produtos e Marketing da Sumus, Especializada em Gestão Telecom, essa realidade já faz parte de diversas em presas brasileiras. Algumas chegam a usas mais os smartphone do que as linhas fixas. “muitas vezes, percebemos o uso desde celulares para coisas que não tem relação alguma com o trabalho. Tivemos casos de funcionário que tinha quase 100% do consumo em download de jogos, abusos no uso de SMS e utilização em ligações promocionais para disk sexo”, relata. Segundo o consultor, é preciso que as empresas definam políticas de utilização de forma transparente para os funcionários. O primeiro paço é definir quais serviços cada diretor, gerente ou analista terá acesso, inclusive se preocupar com o tipo de aparelho e depois colocar todas estas contas em constante auditoria” orienta

Coordenador da área de TI da Carestream Health para Brasil e América Latina, César Miranda explica que há monitoramento das contas e qualquer gasto extra deve ser justificado pelo funcionário. “Diretores têm acesso limitado, inclusive com conexão com o servidor da empresa. No caso dos gerentes de com o uso é apenas para acesso á internet. Temos um sistema de auditoria no qual jogamos a porcentagem de custo e encaminhamos para cada setor. Os gestores são responsáveis que ultrapassaram a conta e conversar com a pessoa para que ela justifique. Se for pessoal descontamos do salário”, conta.

O monitoramento acabou gerando economia nos gastos com telefonia. “Quando começamos todos tinham pacote de dados. Depois, fizemos reuniões para ver a necessidade disso, regulamos várias situações e até agora economizamos US$17 mil em gastos com comunicação”, revela. Para evitar abusos, ele informa que a empresa investe em educação. “fazemos palestras sobre o uso consciente, como dicas de economia e divulgamos no jornal interno. Alertamos que mesmo sendo ilimitado, é bom limitar. Não vale entrar em site para ver quanto foi o jogo do time coração”. Brinca o coordenador.

Para Osvaldo Pires, diretor de RH, no Brasil, da multinacional espanhola Indra, o uso do smartphone no ambiente corporativo se tornou indispensável s.”nossa empresa está presente em 100 países e eu converso com gestores o dia inteiro. Devido á distância e ao fuso horário, resolvemos contratos, tomamos decisões importantes por meio de ferramenta. Na minha área, consigo ter total controle dos processos de recrutamento de funcionários remotamente. Controlo desde a requisição de pessoal até contratações. Todos os Aparelhos são sincronizados com os computadores da empresa, as informações ficam em rede e podem ser apagadas, caso ocorra algum problema de segurança”diz.

Com cerca de 25% dos funcionários utilizando celular corporativos com acesso à internet, a diretoria da weeb decidiu monitorar não apenas o gasto dos funcionários como também erros provocados pelas operadoras de telefonia “Começamos a usar smartphone em 2006 e a qualidade de serviço era terrível. Com o tempo, desenvolvemos um software de controle e após um ano percebemos que não ocorreu nenhum abuso por parte dos funcionários. Constatamos que cerca de 50% do valor total cobrado no período era indevido. Atualmente verificamos em torno de 14% de erros nas contas e conseguimos retorno de quase 70% com a operadora. Do nosso orçamento para gastos como telefonia, 60% é só com tecnologia móvel”, Diz Marcio Ikemori, Diretor- Executivo da Weeb, que comercializa a solução para outras companhias.

LIMITES. Além dos gastos abusivos com o smartphone corporativos, as condutas de uso ou políticas de comunicação empresarias também devem conter dicas de etiqueta corporativas, de modo a não prejudicar a vida pessoal do funcionário e consequentemente, afetar no desempenho profissional. Para a consulta da Dinsmore Associates, Cláudia Mourão, Em alguns caos, A relação pode ficar desgastada. “Com acesso á internet o tempo todo, o executivo acaba viciando, criando uma relação de dependência com o ambiente de trabalho que pode prejudicá-lo profissionalmente também. É comum, no meio de reuniões, as pessoas ficarem conferindo mensagens ou não saberem a hora de se desligar da vida profissionais”.conta.

Como diretor de RH, Pires explica que orienta seus funcionários a terem dois aparelhos e diz que existem regras de etiquetas que coordenam o contato entre os funcionários estrangeiros e a base brasileira. “No geral, não é uma etiqueta formalizada, mas existe. Converso com os executivos no exterior o dia todo, mas respeitando os fusos- horários. Às 21h, os fusos específicos, cada um desliga o seu. Por educação, só nos ligamos depois que começamos a trabalhar, ou então a pessoa não vai conseguir descansar, nem ter vida pessoal”, relata.

Internamente, Pires diz que as dicas se repetem: “No último fim de semana, um colega mandou e-mail sábado á noite que dizia urgente. Só vi no domingo e respondi que não aprovaria nada por e-mail porque precisava analisar e não faria isso naquele dia. Claro que existem exceções, mas começo a trabalhar a partir do momento em que pego o smartphone e paro quando o deixo carregando na sala. Nunca levo para o quarto e não o pego antes de estar pronto para sair de casa. Isso é uma cultura disseminada em toda empresa para manter equilíbrio”, detalha.

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